quinta-feira, 31 de julho de 2008

O futebol é como o queijo... Faz esquecer...

Parece que mais uma vez o mundo do futebol atraiu milhões de fãns que por nada perderam os jogos da sua selecção favorita! Portugal não foi excepção. Num mundo de tantas crises económicas e sociais pergunto-me se eu próprio não terei dado “um quê” de importância a mais ao futebol. Manifestações a nivel nacional por parte dos camionistas deixaram a nu alguns dos grandes hipermercados portugueses durante o campeonato europeu de futebol, como o continente de coimbra, por exemplo. Não havia fruta, não havia nada! É perfeitamente natural que os grandes hipermercados das grandes cidades tenham um grande volume de vendas e que o stock tenha de estar sujeito a uma reposição constante de produtos e como não havia quem fizesse o transporte, os produtos não chegavam ao seu destino. Até chegou a ser cómico ver que os produtos mais habundantes dos hipermercados portugueses eram, nem mais, nem menos, que os bebidas alcoólicas. A nossa sagres patricionadora do campeonato europeu de futebol! O português pode morrer à fome, mas nunca à sede!

Um grave problema que vem duma grande aldrabice! Todos sabemos que o motor de arranque deste descontatamento (coberto de razão) dos camionistas foi o preço desmedido do combustível. Claro que vêm os “entendidos” e dizem: “A grande procura no mercado e o facto de ser uma forma de energia não renovável faz com que o preço do barril do petróleo aumente”! Quase que transmitem a ideia de que o petróleo está a acabar e que, portanto, se o quisermos temos que pagar bem por ele! Tretas! Estudos comprovam que o ser humano conhece existir maior quantidade de petróleo hoje do que há trinta e cinco anos quando o litro de gasolina custava qualquer coisa como quarenta escudos! Sendo assim algo não está a funcionar bem. Não tardará muito para que o litro de gasolina/gasóleo ultrepasse os 2€/litros! Estamos a pagar o combustível a preço de ouro e isto não é qualidade de vida. Sempre tive a ideia de que o estado serve para garantir a organização e integridade duma nação, dum país, ao mesmo tempo que trabalha para subir sempre a qualidade de vida dos seus cidadãos. Em Portugal isto já não acontece há alguns anos e não estão a ser criadas medidas em grande escala para que isso mude. A única coisa que o estado nos pede é para “apertarmos o cinto”. O problema é que em cada ano vamos apertando no furo a seguir e como em qualquer cinto, os furos acabam! Os portugueses apertam o cinto e os resultados não aparecem! O que fazer para virar esta situação de pernas para o ar?

terça-feira, 1 de julho de 2008

Era uma vez...

Era uma vez quatro pessoas chamadas “Toda-a-Gente”,” Alguém”, “Qualquer-Um” e “Ninguém”.

Havia um trabalho importante a fazer e Toda-a-Gente tinha a certeza de que Alguém o faria.

Qualquer-Um podia fazê-lo, mas Ninguém o fez.

Alguém se zangou porque era um trabalho para Toda-a-Gente.

Toda-a-Gente pensou que Qualquer-Um podia tê-lo feito, mas Ninguém reparou que Toda-a-Gente não o faria.

Moral da história...

Toda-a-Gente culpou Alguém quando Ninguém fez o que Qualquer-Um podia ter feito.